De texto para Base64 e de volta. Lida bem com Unicode.
Tudo acontece dentro do seu navegador. Nada do que você colar aqui chega até nós nem a mais ninguém.
Base64 transforma bytes quaisquer em um subconjunto do ASCII para que sobrevivam a transportes que esperam texto: corpos de e-mail, campos JSON, data URLs, cabeçalhos HTTP. É uma codificação, não criptografia. Qualquer um consegue desfazer, então ela não protege nada.
A função btoa() do navegador quebra em caracteres fora do Latin-1. Esta ferramenta codifica o texto primeiro em UTF-8, então acentos, cirílico e emoji voltam intactos.